29/04/09

Resposta ao fugitivo ...



Perante tais atributos, como podes justificar que os "bons" foram todos embora?
Res(peito)para todos!

28/04/09

O emigrante que não vai voltar - Façamos de conta (continuação)...

... que o País, a sua sociedade, o seu povo e os seus governantes:
- têm um grande respeito pela diáspora portuguesa
- percebem que essa diáspora difunde a língua, costumes e cultura portuguesa pelo Mundo
- entendem que se o País é conhecido se deve pura e simplesmente aqueles que ousaram sair
- entendem que sem ela, a diáspora, esse erro histórico chamado Portugal, tem ZERO relevância no Mundo
- entendem ser uma estupidez, um tiro no pé, continuar com o acentuar das diferenças entre Brasil e Portugal
- entendem ser um erro gravíssimo continuarem de costas voltadas para África com todas as oportunidades que de lá surgem
- entendem que, se não houver uma mudança, um destes dias vão conseguir o que sempre desejaram: serem um País orgulhosamente e irrelevantemente SÓ!

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27/04/09

Cansei de ser sexy ... dedicado ao Bicho

Sound of Kuduro

25/04/09

NOITES DO PARQUE - 2009


Para quem esteja com ideias de ir ao Parque na noite do Jantar da Queima (dia 2 de Maio) parece-me que o cartaz é atractivo... para quem gosta...
Deolinda já ouvi dizer que há muita gente que gosta... nunca ouvi e também não me apetece ouvir...
Morcheeba já me são mais familiares, apesar de demasiado comerciais...
De qualquer modo, acho q será de longe a noite mais atractiva.
Os Blasted estão demasiado electrónicos.
Os Buraka não posso com eles.
Xutos e Quim é mais do mesmo sempre.
Patrice e Carlile desconheço.
Cansei de ser sexy... o que é esta merda... isto é nome de banda...

24/04/09

Não esquecer de confirmar presença jantar dia 2 de Maio.


E que tal uma boazonas neste blog...


23/04/09

Está bem... façamos de conta

Por Mário Crespo (Jornalista)

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

22/04/09

teste

Opinião: Transparência ou obscuridade

Público on line
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Opinião: Transparência ou obscuridade

21.04.2009 - 15h55 Joaquim Barata Lopes*
Não raras vezes temos a sensação de que vivemos tempos estranhos, onde tudo parece estar ao contrário. Não raras vezes temos a sensação de que os que mais se deviam empenhar na credibilização das instituições e dos titulares de cargos políticos são os que mais contribuem para o seu crescente descrédito.

Recentemente, assistimos a um intenso combate político entre a oposição e o Governo sobre o enriquecimento ilícito e a forma mais eficaz de o combater. Teorias e conversa fiada, dirá o povo, no seu melhor, pois quando se trata de investigar titulares de altos cargos políticos, nem as condutas praticadas no escrupuloso cumprimento da lei vigente são aceitas pelos visados.

Façamos, neste contexto, uma reflexão sobre a mais recente polémica entre o Ministério da Justiça e a Ordem dos Notários.

A escritura notarial, para além das vantagens que lhe são reconhecidas por uma parte significativa da humanidade, desde há vários séculos, tem a virtude de ser um documento a que qualquer cidadão pode aceder, em qualquer momento, desde que consiga saber em que notário está arquivada. É o que decorre, expressa e incontestavelmente, do Código do Notariado.

É, de resto, dever legal da Administração Pública prestar o serviço que falta para se atingir, em pleno, o objectivo da lei, que é, repete-se, o de facultar o livre acesso, por parte de qualquer cidadão, ao conteúdo das escrituras públicas. Deveria, para tanto, estar organizado, na Conservatória dos Registos Centrais, um ficheiro central de escrituras, com base na informação que os notários, pontual e religiosamente, têm enviado, ao longo dos anos, para esse Serviço do Estado, mas que se tem revelado pura perda de tempo, de papel e de outros recursos, já que, por incúria da Administração Pública, esse ficheiro nunca foi organizado (com excepção dos testamentos).

Se o Estado fosse cumpridor e desse o exemplo, como lhe compete, e esse ficheiro central de escrituras estivesse organizado, qualquer cidadão poderia hoje ir junto da Conservatória dos Registos Centrais e obter informação da existência de qualquer escritura em que foi interveniente uma dada pessoa (singular ou colectiva) e, logo aí, saber que tipo de escritura foi outorgada e qual o Cartório Notarial em que está arquivada, do mesmo modo que o pode fazer relativamente a qualquer testamento em que o testador já tenha falecido, com a simples indicação do nome deste. De seguida, era só dirigir-se ao cartório e solicitar a emissão da respectiva certidão.

Ora, como o Estado, por negligência, não tem esse serviço disponível, a Ordem dos Notários, em nome do interesse público, substitui-se-lhe, mais uma vez, para ajudar qualquer cidadão a localizar as escrituras de que pretenda, legitimamente, extrair certidões, para os fins que entenda e que não tem que justificar, desde logo, porque a lei estabelece o livre acesso à informação constante das escrituras públicas, sem quaisquer condicionalismos ou restrições.

Trata-se de um serviço que a Ordem dos Notários tem prestado gratuita e regularmente, desde a sua criação, a qualquer cidadão que o requeira.

Pasma-se agora quando nos damos conta de que o que, consensualmente, tem constituído um bom serviço aos cidadãos indigna o Governo. O secretário de Estado da Justiça qualifica de muito grave a actuação da Ordem dos Notários, tão só porque o nome do outorgante de cujas escrituras se pretendem obter certidões é o de José Sócrates (e não o de José Silva) e o requerente foi um jornalista.

Ou seja, quando o que seria expectável era que, em abono da velha máxima de que quem não teme não deve, por maioria de razão, o Governo fosse o principal interessado no esclarecimento de uma situação em que existem suspeições sobre o Primeiro Ministro, o Ministério da Justiça, afinal, lança um ataque feroz contra a Ordem dos Notários, defendendo que esta devia colocar entraves à investigação, assumindo perante o requerente uma conduta contrária à que adopta para com todos os cidadãos e contrariasse, aí sim, a ratio legis e impedisse o cumprimento da Lei.

São já recorrentes as investidas do Governo contra os notários e contra a Ordem que os representa. Mas é bem provável que algumas delas, como aquela a que ora se assiste, tenham o condão de fazer reflectir os cidadãos sobre o que verdadeiramente move alguns governantes nesta missão, que chamaram a si, de extermínio dos notários, que são, por definição da lei, em Portugal e em todo o mundo, o símbolo da legalidade, do rigor e da transparência.

Confesso que entendo cada vez menos o País em que vivo e cada vez mais os que, desencantados, vêem segundas intenções em tudo e, com legitimidade acrescida, se interrogam sobre se, afinal, esta cruzada do Governo contra os notários é apenas porque não gosta dos notários e entende que a sua função é dispensável, ou também porque a alguns governantes não interessa a transparência e o rigor que a escritura pública assegura.



* Notário e ex-Bastonário da Ordem dos Notários

21/04/09

"Muro de Berlim"

EUA
Espiões informáticos invadem sistema do Pentágono
Cristina Barreto
21/04/09 17:35

Económico on line
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F-35 Lightning II é o programa mais caro e tecnicamente mais sofisticado do Pentágono.

O programa de defesa mais caro do Pentágono, avaliado em 300 mil milhões de dólares, foi invadido por ‘hackers', avança o "The Wall Street Journal", citando fontes do governo.

Incidentes semelhantes tinham já sido detectados há poucos meses no sistema de controlo de tráfego da Força Aérea, acrescenta o jornal norte-americano.

No caso do programa ‘Joint Strike Fighter', de 300 mil milhões de dólares (231,5 mil milhões de euros), os espiões informáticos terão tido acesso a copiar e descarregar dados relativos a sistemas electrónicos, potencialmente concebidos para facilitar a defesa contra potenciais ataques, adiantaram as mesmas fontes.

Segundo o "The Wall Street Journal", os 'hackers' afirmam ter roubado dados de um novo avião de combate, o F-35 Lightning II, o programa mais caro e tecnicamente mais sofisticado do Pentágono.

Este tipo de ataques ao sistema de Defesa norte-americano tem vindo a aumentar nos últimos seis meses, disse ao jornal um ex-oficial próximo do assunto. "Nunca houve nada assim", sublinhou o responsável, referindo que outras agências militares e civis têm também sido alvo deste tipo de incidentes por parte de 'hackers'.

São no entanto desconhecidos ainda vários detalhes deste incidente, nomeadamente a identidade dos intrusos e os danos exactos que estes causaram à defesa norte-americana. Embora os 'hackers' tenham tido acesso a material relativo ao projecto deste avião militar, não conseguiram copiar os dados mais importantes e confidenciaiss, pois estes estão armazenados num computador que não está ligado à internet.

20/04/09

Bizarro

Combater a crise (administrativamente)

Droga e prostituição vão ser contabilizadas no PIB
Pedro Romano e Margarida Peixoto
20/04/09 12:10

Económico on line
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A Comissão Europeia quer que as actividades ilegais também contem no apuramento do produto interno bruto.

A data definitiva para a entrada em vigor das novas regras ainda não está definida.

Espingardas e manteiga. É desta forma que os manuais de economia costumam dar um exemplo daquilo que se inclui no cálculo do produto interno bruto (PIB). Um exemplo simplista, mas que capta bem a essência daquilo que o conceito tenta representar: o total da riqueza criada por cada país durante um ano, desde o armamento à alimentação, passando pelos transportes e material informático.

Os futuros manuais vão, contudo, ter um leque de exemplos ainda mais alargado. Isto porque a Comissão Europeia tem, desde 1999, um projecto para incluir a economia paralela na contabilização do PIB, o que vai fazer com que actividades como a prostituição ilegal, o tráfico de droga, o jogo clandestino e o contrabando passem a contar como riqueza.

"O SEC [Sistema Europeu de Contas, que harmoniza a contabilidade europeia] prevê a inclusão das actividades ilegais - no fundo, de toda a actividade - no PIB", explica fonte do INE. "Todavia", continua, "nenhum país inclui ainda explicitamente qualquer estimativa para estas actividades. Não existe uma data definida para a inclusão das actividades ilegais, mas é previsível que dentro de poucos anos tal venha a acontecer".

A questão ganhou um novo impulso em 2006, quando a Grécia, com um procedimento por défices excessivos, decidiu rever as Contas Nacionais de forma a incluir várias actividades informais ou mesmo ilegais. O resultado foi um crescimento de 25% do PIB, que diluiu o défice e fez as delícias da imprensa internacional. O britânico Guardian ironizava com a situação dizendo que "O PIB grego sobe 25% - com uma ajudinha das prostitutas". O Eurostat acabou por validar as contas.

O problema é que o apuramento do PIB é em parte feito por métodos indirectos, o que faz com que algumas destas actividades estejam já incluídas na contabilização. Isto acontece, por exemplo, na utilização de indicadores como as vendas de cimento, que servem para avaliar as construções, legais ou ilegais.

As Contas Nacionais têm, aliás, métodos para estimar grande parte da actividade informal, como gorjetas, por exemplo. "No sector da restauração e bebidas, é comum os trabalhadores não só receberem gratificações dos clientes, mas também terem refeições gratuitas, que fazem parte implícita da remuneração. Ora, as Contas Nacionais estimam a sua magnitude", explica fonte do INE.

Qual é o impacto da medida? É difícil dizer. Isto porque não há estimativas precisas quanto ao peso destas actividades no total do PIB. Alguns estudos apontam para cerca de 1%, sendo que em muitos casos pode ser apenas de 0,5%. O valor, contudo, varia muito consoante os países.

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19/04/09

Where is Mario ?

... mundo global



... ask Secretary of State Hillary Clinton a question in a live townhall at 11:15 AM EST on 4/17! You don't have to be one of the 34 national leaders !!!

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Desafio

Uma vez que alguns contribuidores aceitaram o desafio, proponho a publicação de fotos dos nossos tempos gloriosos, onde as batalhas eram imensas e as vitórias sempre comemoradas com o belo nectar, traçadinho, do "costa", com direito a sabor a manteiga no branquinho ... ou então retratos que justifiquem aos mais incautos que a malta realmente estudava durante a noite ...e às vezes de dia !

18/04/09

Combater a crise

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17/04/09

Le Portugais

IKEA COMPRA GM

A IKEA ANUNCIOU A COMPRA DA GM E VAI COMEÇAR A VENDER CARROS NO VERÃO...........


Preparem-se!


15/04/09

Resposta à crise 2

Banca
Goldman Sachs fez desaparecer Dezembro
Pedro Duarte
15/04/09 08:54

Económico on line
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O banco norte-americano alterou o seu calendário fiscal para que o mês de Dezembro de 2008 fosse ignorado nas suas contas, permitindo que o lucro trimestral da instituição superasse as estimativas.

No seu espaço no jornal “New York Times”, o Prémio Nobel da Economia Paul Krugman chama a atenção para um artigo no mesmo jornal escrito por Floyd Norris, que investigou junto do Goldman Sachs os motivos pelos quais o banco apresentou na segunda-feira um lucro de 3,39 dólares por acção no final do primeiro trimestre, um valor bastante superior aos 1,64 dólares estimados pelos peritos.

Floyd Norris nota que o Goldman Sachs, cujo exercício fiscal decorria normalmente de Dezembro a Novembro, decidiu a partir deste ano regressar a um ano de calendário normal, tendo por isso apresentado contas relativas a Janeiro e Março no primeiro trimestre, ao contrário de entre Dezembro e Fevereiro, como habitualmente fazia.

“Nos dados do Goldman, o [primeiro] trimestre encerrou a 31 de Março, contra o fecho em Fevereiro do primeiro trimestre do exercício anterior”, diz o artigo.

O resultado prático da decisão do Goldman Sachs de alterar o seu trimestre fiscal foi o de que o mês de Dezembro de 2008 passou a ser, pura e simplesmente, ignorado pelas contas do banco.

O “New York Times” adianta que, no entanto, o banco efectuou grandes amortizações no último mês de 2008, as quais teriam resultado num prejuízo depois de impostos de 780 milhões de dólares (590 milhões de euros) só em Dezembro. É notado que, caso o Goldman Sachs se tivesse mantido fiel ao seu antigo calendário fiscal, tendo que incluir Dezembro e excluir Março das suas contas do primeiro trimestre, é possível que a instituição nem tivesse registado um lucro trimestral, muito menos um resultado muito superior ao esperado.

Na sessão de ontem, os títulos da banca registaram fortes ganhos baseados nos resultados divulgados pelo Goldman Sachs, embora os títulos do próprio banco tenham caído 12% em Nova Iorque, devido ao anúncio de que a instituição irá aumentar o seu capital em cinco mil milhões de dólares.

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Previsão

3,5
é a previsão, em percentagem, do Banco de Portugal, para a queda da economia este ano.

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14/04/09

Resposta à crise




....VAMOS FUGIR

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13/04/09

Shrek ?!




Títulos possíveis:
Descubra as diferenças;
Descubra o Shrek;

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Jogos tradicionais



Claro que todo o dinheiro que existe na mesa é virtual. Vimo-nos obrigados a jogar com € pois o Boda tinha comido o feijão todo ao jantar ...
A garrafa que estava na mesa continha (já pouco) licor de noz. Nectar bastante apreciado pelo nossos colegas dos impostos.

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10/04/09

A Páscoa são passarinhos a chilrrear...

ursos a hibernar, cachalotes a nadar e gajos sem mais nada para fazer que tiram fotografias de garrafas de Super Bock ao jantar

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09/04/09

Frase do dia

"A corrupção é um cancro que mina a nossa democracia e que é suportado duplamente pelos contribuintes que pagam serviços mais caros e de menor qualidade. Desde presidentes de câmara (...) a ex-primeiros ministros com níveis de enriquecimento dignos de mandatários dos petrodólares de Angola, não faltam casos de enriquecimento mal explicados".

Armando Esteves Pereira, "Correio da Manhã", 09-04-2009

08/04/09

Tu mestes nojo

Há já muito tempo que nesta latrina o ar se tornou irrespirável...

07/04/09

Esclarecimento:



-Estava mesmo a aprender... obrigado por perguntarem!

A dúvida ...



estaria o Boda a ensinar ou a aprender ?

06/04/09

Atracção fatal